Cultura Açoriana

Uma cultura que atravessou o oceano.

Descoberta, ilhas, fé, folclore e tradições: tudo o que os Açores carregam, o Rio também celebra.

A descoberta

Açores, o nome que veio de uma ave.

A descoberta do arquipélago dos Açores foi feita no ano de 1427 por Diogo de Silves, piloto de El-Rei de Portugal, que chegou à ilha de Santa Maria. Até 1439 sabe-se que foram descobertas sete das nove ilhas; as outras duas — Flores e Corvo — só foram descobertas em 1452 por Diogo de Teive, escudeiro do Infante Dom Henrique.

O nome Açores vem da palavra açor, designação de uma ave. Segundo pesquisas de Luiz Antônio de Assis Brasil, professor de literatura na Universidade dos Açores, os primeiros navegadores que lá chegaram viram bandos de milhares de aves, muito comuns no arquipélago, e provavelmente as confundiram com açores — originando-se daí o nome das ilhas.

Localizados em pleno Oceano Atlântico, entre a Europa e a América do Norte, os Açores desenvolvem-se no paralelo de Lisboa. As nove ilhas têm uma superfície total de 2.333 km² e uma Zona Econômica Exclusiva de 984.300 km². O cone vulcânico do Pico, que atinge 2.351 m, é a maior altitude dos Açores e de Portugal.

Nove ilhas. Uma identidade.

Conheça cada uma das ilhas que formam o arquipélago.

39°N — 25°W · ATLÂNTICO NORTE CORVO FLORES FAIAL PICO SÃO JORGE GRACIOSA TERCEIRA SÃO MIGUEL SANTA MARIA
O Arquipélago

Nove ilhas. Uma identidade.

Situados no Atlântico Norte, entre a Europa e a América, os Açores foram descobertos em 1427 por Diogo de Silves e povoam a memória e o coração de gerações de açorianos que cruzaram o oceano.

Toque numa ilha do mapa para conhecer cada uma delas.

Cultura açoriana

A fé que une a comunidade.

Divino Espírito Santo

A coroação e as festas em louvor ao Divino Espírito Santo, uma das mais antigas e emocionantes tradições açorianas, celebradas na Casa todos os anos.

Senhor Santo Cristo dos Milagres

Devoção profundamente enraizada em Ponta Delgada, celebrada com missa e festas que reúnem a comunidade.

Nossa Senhora dos Milagres

Comemoração religiosa que integra o calendário de fé da Casa dos Açores do Rio de Janeiro.

Descrições em processo de revisão pela diretoria da Casa.

Grupo Folclórico Padre Tomáz Borba.

Fundado em 20 de novembro de 1954, mantém vivas as tradições açorianas em terras cariocas — da dança à tocata de cordas.

Grupo Folclórico Padre Tomáz Borba em apresentação Grupo Folclórico Padre Tomáz Borba

O grupo conta com cerca de 30 componentes, na maioria descendentes de açorianos, e já se apresentou em todas as casas regionais portuguesas do Rio de Janeiro, em festivais de folclore por vários estados e em digressões internacionais: em 2012, emocionantes apresentações na Ilha do Pico e na Ilha Terceira; em 2015, no Uruguai.

A tocata é formada apenas por instrumentos de cordas: violino, violão, viola de doze cordas, bandolim e a viola da terra (15 cordas). Os trajes representam as ilhas de Santa Maria, São Miguel, Terceira, Graciosa, São Jorge e Pico.

Ensaios às quintas-feiras a partir das 21h, na Casa dos Açores, coordenados pelos diretores artísticos João Leonardo Soares e Patrícia Soares.

Encontros

Festas, gastronomia e comunidade.

Almoços, festas juninas, comemorações de fim de ano, o Encontro Cultural e o Festival Internacional de Folclore movimentam o calendário da Casa.

Tocata do folclore açoriano
Festa na Casa dos Açores
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